Qua, 16 de Maio de 2012 22:51 | Escrito por Administrator | | |
"Ajuda-te que o Céu te ajudará"
Hoje , mais do que nunca as Casas Espíritas são procuradas para o
Atendimento Fraterno. São criaturas que passaram por psicólogos
,psiquiatras e tem uma razoável melhora quando estão tomando remédios
,mas ficam dependentes e a cura não vem. Procuram a medicina
convencional para resolver crises existenciais, problemas de
saúde,,dificuldades no relacionamento familiar,desemprego ,viciados de
toda sorte,,enfim problemas de todos os matizes..
De braços abertos,tais criaturas são acolhidas no Centro Espírita,pois
com nitidez entendemos as palavras do Mestre Jesus:'Fazei ao
semelhante todo bem que gostaríeis que lhe fizessem " Felizmente
depois de atendidos recebem excelentes instruções fortalecedoras como:
auto -amor , auto-iluminação,orar muito para aumentar a imunidade,ter
fé e esperança em dias melhores ,pensamentos positivos,prática do
Evangelho no Lar,leitura edificante,encaminhamento aos passes e aos
cursos. `´Eclaro que as pessoas quase sempre com desequilibrios de
toda sorte , necessitam de muita atenção carinho e orientação.
-Que curso frequentar ?
Sugerimos "cursos de Auto-Ajuda' para que a criatura se situe melhor
no Universo, seja mais saudável,faça um novo RECOMEÇO de sua vida
,seja mais feliz mesmo com todos os problemas ,pois Deus não desampara
nenhum filho seu.
A bibliografia é grande, temos livros magníficos tais como :Prontidão
para mudança - de José Lázaro Boberg ; Atitudes renovadas- de Joanna
de Ângelis ;Entrega-te a Deus- de Joanna de Angelis ;Liberta-te do
Mal - de Joanna de Ângelis Estes livros contém 30 textos maravilhosos
para serem trabalhados em um ano onde depois será oferecido um
certificado do curso .Momentos agradabilíssimos todos passarão juntos
poque é a família espiritual que se reúne... Após esse primeiro avanço
,equilibrados e melhorados serão encaminhados (se quiserem ) ao
Curso Preparatório de Espiritismo com livros ds FEESP.
O Centro Espírita Francisco de Assis Amor e Caridade de Ibitinga
trabalha o Auto -Ajuda há 5 anos ,Já passaram pelos cursos 180
pessoas que aos poucos equilibrados e melhorados fazem parte da Casa
Este texto constitui um chamamento do Pai Maior para que possamos
divulgar a Boa Nova,estabelecer em nossa casas tal curso agregar
corações,minimizar os conflitos existenciais e implantarmos no
abençoado Planeta o Mundo de Regeneração ,lembrando que o homem
nasceu para ser feliz
.Abençoada Doutrina Espírita codificada pelo mestre lionês há 155
anos que nos fortalece,nos esclarece e nos convida para mais um
trabalho edificante em nossas Casas Tudo vai depender da transformação
Moral de cada ,um novo DESPERTAR de CONSCIÊNCIA .
Que o Amado Mestre Jesus abençoe todos hoje,agora e sempre!!! Muita
PAZ!!!! VAMOS EM FRENTE!!!!!!!!!!!!!!!!
O bem deve ser compartilhado onde quer que estejamos
Sex, 11 de Maio de 2012 00:55 | Escrito por Administrator | | |
Valdereis Lopes Teixeira de Godoy:
“O bem deve ser compartilhado onde quer que estejamos”
A líder espírita fala sobre o movimento espírita em Ibitinga-SP, cidade conhecida como Capital Nacional do Bordado
Valdereis Lopes Teixeira de Godoy (foto), natural de Ibitinga, no interior do Estado de São Paulo, onde reside, é espírita de berço e uma liderança espírita reconhecida em sua cidade, que é conhecida como Capital Nacional do Bordado.
Professora aposentada, nossa confreira é vinculada ao Centro Espírita Francisco de Assis Amor e Caridade e a diversas instituições da cidade, como a Associação Filantrópica Espírita de Ibitinga – mais conhecida como Casa da Sopa –, o Berçário Maria de Nazareth, o Serviço de Obras Sociais, além de integrar o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.
Na entrevista que se segue, Valdereis fala
sobre o movimento espírita em sua cidade.
*
Como se chama a Instituição que a senhora dirige e quando foi ela fundada?
Chama-se Centro Espírita Francisco de Assis Amor e Caridade, fundado em 25 de novembro de 1929 por um grupo de pessoas liderado pelo senhor Antonio Ambrizi, do qual participaram, dentre outros, os confrades Gaudêncio de Camargo, Capitão Manoel de Carvalho e Antonio Generoso de Paula.
Situar-se numa cidade conhecida como a Capital do Bordado traz acréscimo ao movimento espírita na cidade?
Acreditamos que sim, pois, com muitas colocações materialistas, muitos procuram a Doutrina Espírita para sanar depressões, dúvidas e vazio existencial, além da busca da religiosidade raciocinada.
Qual o público médio nas reuniões?
Nas reuniões de fluidoterapia temos, como sempre, um público maior – entre 100 e 120 pessoas. Nas reuniões mediúnicas, grupos seletos e pequenos; e nas reuniões de estudo o número varia muito, porque isso depende da evolução de cada um.
O Centro promove cursos regulares?
Sim. Os cursos abrangem toda a obra da Codificação (O Livro dos Espíritos; O Livro dos Médiuns; O Evangelho segundo Espiritismo; A Gênese; Céu e Inferno e Obras Póstumas). Também temos cursos de autoajuda como: “Prontidão para Mudança”, do livro de José Lázaro Boberg; “Atitudes Renovadas”, de Joanna de Ângelis e Divaldo P. Franco, e “Entrega-te a Deus”, também de Joanna de Ângelis e Divaldo P. Franco. Temos cursos na área de evangelização infantil e juvenil. Para 2012, estamos com uma proposta de 14 cursos, incluindo “Aprendizes do Evangelho”; Educação Espírita. Entendemos que o Centro Espírita é primeiro uma Escola, depois um Hospital.
Em face da integração da Casa com atividades educativas e de promoção humana realizadas no município, como isso influenciou nas atividades da instituição?
Influenciou de forma magnífica, pois o bem deve ser compartilhado onde quer que estejamos. Sentimo-nos feliz pelo respeito e apreço de todos os irmãos fraternos.
Atualmente a instituição promove vasta programação de palestras, com destaque para o aniversário anual em novembro. Quais os principais resultados sentidos dessa movimentação trazida para os frequentadores e trabalhadores da Casa?
Felizmente o Espiritismo esclarece, fortalece e ilumina. Fazemos sim palestras mensais com excelentes confrades que conseguem atingir a alma das criaturas, passando os ensinamentos doutrinários, bem como auxiliando na autoestima das pessoas e divulgando os benefícios da prática do bem. A frequência dos espíritas e simpatizantes varia entre 100 a 150 pessoas a cada encontro.
Quais suas atividades pessoais no âmbito da municipalidade?
Sempre tivemos, graças a Deus, o respeito e a credibilidade quanto aos trabalhos exercidos como professora, secretária de educação e de desenvolvimento social do município. Hoje trabalhamos com todas as casas adesas ao CEFAAC e ao Serviço de Obras Sociais.
Recentemente a senhora recebeu homenagem na Câmara Municipal, onde os ensinos espíritas e a figura exponencial de Jesus foram destacados em sua fala, com grande respeito pelo público. Como sentiu aquele momento?
Realmente, foi de extrema alegria para nós receber o título de “Mulher Ibitinguense 2010”, e na nossa fala ressaltamos todos os talentos que possuímos e devemos colocar em prática, baseando-nos na Parábola dos Talentos do amado Mestre Jesus.
De sua experiência de vida, na promoção humana e na atividade espírita, o que gostaria de destacar?
Gostaríamos de destacar o exemplo magnífico de nossos pais Joaquim Gonçalves Lopes e Genésia Beraldo Lopes, humildes e espíritas convictos, que foram a base de nossa formação. E também ressaltar a liberdade que sempre tivemos em todos os nossos afazeres, graças à compreensão e apoio de nosso marido Geraldo Teixeira de Godoy, com quem estamos unidos há 56 anos. Nossos amados filhos, genros, noras e netos muito contribuíram também para nossa alegria de viver.
Algo mais que gostaria de acrescentar?
Sim. Agradecer a Deus soberanamente bom e justo; a Jesus – Mestre, Modelo e Guia; ao Consolador Prometido e a todos que colaboram e colaboraram para nossa evolução espiritual, pois somos extremamente feliz e realizada.
Os espíritas não sabem o que é o Centro Espírita
Seg, 07 de Maio de 2012 15:54 | Escrito por Administrator | | |
Os espíritas não sabem o que é o Centro Espírita:
“Se os espíritas soubessem o que é o Centro Espírita, quais são realmente a sua função e a sua significação, o Espiritismo seria hoje o mais importante movimento cultural da Terra. Temos no Brasil – e isso é um consenso universal – o maior, mais ativo e produtivo movimento espírita do planeta. A expansão do Espiritismo em nossa terra é incessante e prossegue em ritimo acelerado. Mas o que fazemos, em todo este vasto continente espírita, é um esforço imenso de igrejificar o Espiritismo, de emparelha-lo com as religiões decadentes e ultrapassadas, formando por toda parte núcleos místicos, desligados da realidade imediata”.
. Dizia o Dr. Souza Ribeiro, de Campinas, nos últimos tempos de sua vida de lutas espíritas: “Não compareço a reuniões de espíritas rezadores!” E tinha razão, porque nessas reuniões ele só encontrava a turba dos pedintes, suplicando ao Céu ajuda. Ninguém estava ali para aprender a Doutrina, para romper a malha de teias de aranha do igrejismo piedoso e choramingas. A domesticação católica e protestante criara em nossa gente uma mentalidade de rebanho. O Centro Espírita tornou-se uma espécie de sacristia leiga em que padres e madres ignorantes indicavam aos pedintes o caminho do Céu. A caridade esmoler, fácil e barata, substituiu as gordas e faustosas doações à Igreja. Deus barateara a entrada do Céu, e até mesmo os intelectuais que se aproximam do Espiritismo e que tem o senso crítico, se transformam em penitentes. Associações espíritas, promissoramente organizadas, logo se transformam em grupos de rezadores pedinchões. O carimbo da Igreja marcou fundo a nossa mentalidade em penúria. Mais do que a subnutrição do povo, com seu cortejo trágico de endemias devastadoras, o igrejismo salvacionista depauperou a inteligência popular, com seu cortejo de carreirismo larvar, o que é pior, aparecimento de uma classe dirigente de supostos missionários e mestres farisaicos, estufados de vaidade e arrogância. São os guardiães dos apriscos do templo, instruídos para rejeitar os animais sacrificiais impuros, exigindo dos beatos a compra de oferendas puras nos apriscos sacerdotais. Essa tendência mística popular, carregada de superstições seculares, favorece a proliferação de pregadores santificados, padres vieiras sem estalo, tribunos de voz empostada e gesticulação ensaiada. Toda essa carga morta esmaga o nosso movimento doutrinário e abre as suas portas para a infestação do sincretismo religioso afro-brasileiro, em que os deuses ingênuos da selva africana e das nossas selvas superam e absorvem os antigos e cansados deuses cristãos. Não no clima para o desenvolvimento da Cultura Espírita. As grandes instituições Espíritas Brasileiras e as Federações Estaduais investem-se por vontade própria de autoridade que não possuem nem podem possuir, marcadas que estão por desvios doutrinários graves, como no caso do roustainguismo da FEB e dos pretensos retrógadas de grupelhos ignorantes de adulteradores. Teve razões de sobra André Dumas, do Espiritismo Francês, em denunciar recentemente, em entrevista à revista Manchete, a situação caótica e na verdade anti-espírita do Movimento Espírita Brasileiro. A domesticação clerical dos espíritas ameaça desfibrar todo o nosso povo, que por sua formação igrejeira tende a um tipo de alienação esquizofrênica que o Espiritismo sempre combateu, desde a proclamação da fé racional por Kardec, contra a fé cega e incoerente, submissa e farisaica das pregações igrejeiras.
Jesus ensinou a orar e vigiar, recomendou o amor e a bondade, pregou a humildade, mas jamais aconselhou a viver de orações e lamúrias, santidade fingida, disfarçada em vãs aparências de humildade, que são sempre desmentidas pelas ambições e a arrogância incontroláveis do homem terreno. Para restabelecermos a verdade espírita entre nós e reconduzirmos o nosso movimento a uma posição doutrinária digna e coerente, é preciso compreender que a Doutrina Espírita é um chamado viril à dignidade humana, à consciência do homem para deveres e compromissos no plano social e no plano espiritual, ambos conjugados em face das exigências da lei superior da Evolução Humana. Só nos aproximamos da Angelitude, o plano superior da Espiritualidade, depois de nos havermos tornado Homens.
Os espíritas atuais, na sua maioria, tanto no Brasil como no mundo, não compreenderam ainda que estão num ponto intermediária da filogênese da divindade. Superando os reinos inferiores da Natureza, segundo o esquema poético de Léon Denis, na sequencia divinamente fatal de Kardec: mineral, vegetal, ai mal e homem, temos o ponto neutro de gravidade entre duas esferas celestes, e esse ponto é o que chamamos ESPÍRITAS. As visões fragmentárias da Realidade se fundem dialeticamente na concepção monista preparada pelo monoteísmo. Liberto, no ponto neutro, da poderosa reação da Terra, o espírita está em condições de se elevar ao plano angélico. Mas estar em condições é uma coisa, e dar esse passo para a divindade é outra coisa. Isso depende do grau de sua compreensão doutrinária e da sua vontade real e profunda, que afeta toda a sua estrutura individual. Por isso mesmo, surge então o perigo da estagnação no misticismo, plano ilusório da falsa divindade, que produz as almas viajoras de Plotino, que nada mais são do que os espíritos errantes de Kardec. Essas almas se projetam no plano da Angelitude, mas não conseguem permanecer nele, cedendo de novo à atração terrena da encarnação. Muitas vezes repetem a tentativa, permanecendo errantes entre as hipóstases do Céu e da Terra. Plotino viu essa realidade na sua intuição filosófica e na sua vidência platônica. Mas Kardec a verificou em suas pesquisas espíritas, escudadas na observação racional dos fatos. Apoiado na Razão, essa bússola do Real, ele nos livrava dos psicotrópicos do misticismo, oferecendo-nos a verdade exata da Doutrina Espírita. Nela temos a orientação precisa e segura dos planos ou hipóstases superiores, sem o perigo dos ciclos muitas vezes repetidos do chamado Circulo Vicioso das Reencarnações, que os ignorantes pretendem opor à realidade incontestável da reencarnação. Pois se existe esse círculo vicioso, é isso bastante para provar o processo reencarnatório. O vício não está no processo, mas na precipitação dos homens e dos espíritos não devidamente amadurecidos, que tentam forçar a Porta do Céu.
Se no Brasil sofremos os prejuízos do religiosismo ingênuo de nossa formação cultural, na França e nos demais países europeus – segundo as próprias declarações de André Dumas – o prejuízo provém de um cientificismo pretensioso, que despreza a tradição francesa da pesquisa científica espírita, procurando substituí-la pelas pesquisas e interpretações parapsicológicas. Esse menosprezo pedante pelo trabalho modelar de Kardec levou o próprio Dumas a desrespeitar a tradição secular da Revue Spirite, transformando-a num simulacro de revista científica do ano 2.000. As pesquisas da Parapsicologia seguiram o esquema de Kardec e foram cobrindo no tempo, sucessivamente, todas as conquistas do sábio francês. Pegada por pegada, Rhine e seus companheiros cobriram o rastro científico de Kardec. O mesmo já acontecera com Richet na Metapsíquica, com Crookes e Zollner e todos os demais. Toda a pesquisa psíquica honesta é válida, nesse campo, até mesmo a dos materialistas russos atuais ficam presas ao esquema de Kardec, o que prova a validade irrevogável desta. Começando pela observação dos fenômenos físicos, todas as Ciências Psíquicas, nascidas do Espiritismo fizeram a trajetória fatal traçada pelo gênio de Kardec e chegaram as suas mesmas conclusões. As discordâncias interpretativas foram sempre marcadas indelevelmente pelos preconceitos e as precipitações da advertência de Descartes no Discurso do Método e pela sujeição aos interesses das Igrejas, como Kardec já assinalara em seu tempo. A questão da terminologia é puramente supérflua, e como dissera Kardec, serve apenas para provar a leviandade do espírito humano, mesmo dos sábios, sempre mais apegado à forma que ao fundo do problema.
No Espiritismo o quadro fenomênico foi dividido por Kardec em duas seções: Fenômenos Físicos e Fenômenos Inteligentes. Na Metapsíquica, Richet apresentou o esquema de Metapsíquica objetiva e Metapsíquica subjetiva. Na Parapsicologia os fenômenos espíritas passaram a chamar-se Fenômeno Psi, com a divisão de Psicapa (objetivos) e Psigama (subjetivos). Quanto aos métodos de pesquisa. Crookes e Richet ativeram-se à metodologia científica da época, e Rhine limitou-se a passar dos métodos qualitativos para os quantitativos, inventando aparelhagens apropriadas aos processos tecnológicos atuais, apelando à estatística como forma de controle e comprovação dos resultados, o que simplesmente corresponde às exigências atuais nas Ciências. Kardec teve a vantagem de haver acentuado enfaticamente a necessidade de adequação do método ao objeto específico da pesquisa. O próprio método hipnótico de regressão da memória, para as pesquisas da reencarnação, aplicado por Albert De Rochas do século passado, foi aproveitado pelo Prof. Vladimir Raikov. Na Romênia, o preconceito quanto ao Espiritismo gerou uma nova denominação para a Parapsicologia: Psicotrônica. Com esse nome rebarbativo, os materialistas romenos pretendem exorcizar os perigos de um renascimento espírita em seu país.
Todos esses fatos nos mostram que a Doutrina Espírita não chegou ainda a ser conhecida pelos seus próprios adeptos em todo o mundo. Integrado no processo doutrinário de trabalho e desenvolvimento, o Centro Espírita carecia até agora de um estudo sobre as suas origens, o seu sentido e a sua significação no panorama cultural do nosso tempo. È o que procuramos fazer neste volume, com as nossas deficiências, mas na esperança de que outros estudiosos procurem completar o nosso esforço.
Lembrando o Apósto Paulo, podemos dizer que os espíritas estão no momento exato em que precisam desmamar das cabras celestes para se alimentarem de alimentos sólidos. Os que desejam atualizar a Doutrina, devem antes cuidar de se atualizarem nela.
Escrito por J. Herculano Pires no livro “O Centro Espírita”
Tags: centro espírita, espiritismo, espírito verdade, mediunidade, universal
Comentários (1)Trackbacks (0)Deixar um comentárioTrackback
odair destro
18, março, 2012 em 13:23 | #1 Resposta | Citação
Este artigo ou livro tem tudo a ver com nossa necessidade de se transformar